O médico preparará seu histórico médico e fará um exame físico, com foco no abdome, genitais, pelve, reto e sistema neurológico.
As perguntas do histórico médico poderão incluir:
- Há quanto tempo a incontinência tem sido um problema para você?
- Quantas vezes isso acontece por dia?
- Você percebe a necessidade de urinar antes do vazamento?
- Você se dá conta imediatamente que urinou?
- Você se sente molhado a maior parte do dia?
- Você usa fraldas protetoras para casos de acidentes? Com que frequência?
- Você evita situações sociais devido a possíveis acidentes?
- Você já teve infecções urinárias anteriormente? Você acha que pode ter uma agora?
- É mais difícil controlar a urina quando você tosse, espirra, tensiona os músculos ou ri?
- É mais difícil controlar a urina quando você corre, salta ou caminha?
- A incontinência piora quando você está sentado ou em pé?
- Você está com prisão de ventre? Há quanto tempo?
- Você toma alguma providência para diminuir ou evitar acidentes?
- Você já fez algum tratamento para esse problema anteriormente? Isso ajudou?
- Você já tentou praticar os exercícios para o assoalho pélvico (Kegel)? Eles ajudaram?
- Que procedimentos, cirurgias ou lesões você já teve?
- Que medicamentos você toma?
- Você bebe café? Em que quantidade?
- Você bebe álcool? Em que quantidade?
- Você fuma? Quantos cigarros por dia?
- Você tem diabetes ou um histórico familiar de diabetes?
- Você apresenta algum outro sintoma?
Entre os exames de diagnóstico que podem ser realizados estão:
- Urinálise
- Cultura da urina, para verificar se há infecção, se for indicado
- Cistoscopia (inspeção do interior da bexiga)
- Exames urodinâmicos (exames que medem a pressão e o fluxo urinário)
- Urofluxo (para medir o padrão do fluxo de urina)
- Resíduo pós-miccional (RPM) para medir a quantidade de urina existente após a micção
Outros exames podem ser realizados para descartar a possibilidade de fraqueza pélvica como causa da incontinência. Um desses exames é chamado de teste do cotonete. Esse teste envolve medir a alteração do ângulo da uretra quando ela está em repouso e quando está tensionada. Uma alteração de ângulo maior que 30 graus costuma indicar fraqueza significativa dos músculos e tendões que sustentam a bexiga.
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